Hoje completei a marca dos 1.000 cigarros não fumados… , pode se acompanhar a quantidade no site www.pareagora.com.br
É uma marca histórica, são praticamente 2 meses sem fumar. E quer saber….tá ótimo.
Hoje completei a marca dos 1.000 cigarros não fumados… , pode se acompanhar a quantidade no site www.pareagora.com.br
É uma marca histórica, são praticamente 2 meses sem fumar. E quer saber….tá ótimo.
Hoje fui no HCor, colocar aparelhos para verificar causas de hipertensão… fiz também um exame phino…eccodopplercardiograma e ainda colorido… muito lindo ver o coração bater, pelo jeito está tudo bem… que bom, não quero morrer cedo mesmo, tenho muita coisa ainda pra fazer, que na verdade ainda nem comecei.
A pressão arterial ainda continua alta, inaugurei a máquina com 15 x 10.
Agora cheio de fios e penduricalhos eletrônicos,…tenho apenas que aguardar amanhã a hora da retirada.
Fim do Post.
Ontem após 0,5 de frontal… hoje após 2 comprimidos de passiflora…estou bem “zen”…hehe.. mas um pouco cansado ( nervoso também cansa ). Mas enfim, a vida é feita de fases, digamos que estou no 220 no momento. O que me surpreendeu é o fato de ter passado por isto sem fumar… realmente, me sinto curado deste mal, amém ( até hoje economizei R$155,40 não fumando 956 cigarros ), vou me comprar um presente de Natal, com o saldo economizado em cigarros até lá…
E no mais é isto… não estou com vontade de procurar imagem para ilustrar o post hoje… fica só nas letras mesmo.
Saudações.
como sempre, é segunda, to puto da vida e hoje mais ainda pq começou o horário de verão… nem to com paciência para escrever, então é só isto. PT Saudações.
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“Princeps gloriosissime cæléstis milítiæ, sancte Michaël Archángele, defénde nos in praélio advérsus príncipes et potestátes, advérsus mundi rectóres tenebrárum harum, contra spirituália nequitiæ, in cæléstibus. Veni in auxílium hóminum; quos Deus ad imáginem similitúdinis suæ fecit, et a tyránnide diáboli emit prétio magno. Te custódem et patrónum sancta venerátur Ecclésia; tibi trádidit Dóminus ánimas redemptórum in supérna felicitáte locándas. Deprecáre Deum pacis, ut cónterat sátanam sub pédibus nostris, ne ultra váleat captívos tenére hómines, et Ecclésiæ nocére. Offer nostras preces in conspéctu Altissimi, ut cito antícipent nos misericórdiæ Dómini, et apprehéndas dracónem, serpéntem antíquum, qui est diábolus et sátanas, et ligátum mittas in abyssum, ut non sedúcat ámplius gentes. Amen”
Caros amigos leitores… hoje vou postar uma mensagem escrita pelo Pe. Jonas Abib, que se encontra no site da canção nova ( www.cancaonova.com ). Achei muito interessante, talvez não percebemos, que vivemos num mundo marcado pelo desejo de maioridade e competição ( no mercado, finanças, estética, social ), enfim… Enquanto a maioria das pessoas mergulham num enorme complexo de inferioridade, pois se medem não como irmãos filhos de um mesmo Pai, mas como concorrentes ou até mesmo adversários.
abraços…
Para que ficar com complexo de inferioridade?
O Senhor não se esquece de nós e nos ama sempre, mas nós, infelizmente, nos esquecemos d’Ele. E, muitas vezes, perdemos até a auto-estima. Contudo, filho é sempre precioso. Ele pode ser condenado por algum crime que tenha cometido, mas a mãe sempre o defende e o ama. O coração de Deus é muito mais! Deus é mais do que uma mãe. “Meu filho, teus pecados estão perdoados” diz-nos o Senhor. Você é muito mais vítima do que culpado. Para que ficar com complexo de inferioridade? Assim, você se enterra dentro de si mesmo, numa tristeza mortal.
Cante no Espírito. É o canto dos filhos que voltam para o Pai. Dessa forma, somos curados.
“Eu sou o que sou, sou o Deus de amor, estou aqui pra te curar/ Eu sou o que sou, sou o Deus de amor, estou aqui pra te curar./Venha a mim, dá-me tuas tristezas, tuas dores e o teu coração/ Venha a mim, dá-me tuas tristezas, tuas dores e o teu coração./ Te amo, és precioso, teu nome, gravado está em minhas mãos/Te amo, és precioso, teu nome, gravado está em minhas mãos” [trecho música].
Seu irmão,
Monsenhor Jonas Abib
Ave, maris stella,
Déi mater alma,
atque semper virgo,
félix caeli porta.
Sumens illud «Ave»
Gabriélis ore,
funda nos in pace,
mutans Evae nomen.
Solve vincla reis,
profer lumen caecis,
mala nostra pelle,
bona cuncta posce.
Monstra te esse matrem,
sumat per te precem
qui pro nobis natus
tulit esse tuus.
Virgo singuláris,
inter omnes mitis,
nos culpis solútos
mites fac et castos.
Vitam praesta puram,
iter para tutum,
ut vidéntes Iesum
semper collaetémur.
Sit laus Deo Patri,
summo Christo decus,
Spíritui Sancto
honor, tribus unus. Amen.
Uma maneira concreta de roubar da vida a possibilidade de crescer é a atitude de se achar totalmente pronto diante dela. Aquele que crê saber tudo, retira da alma o sabor da novidade, pois acredita não ter mais nada a aprender. Quem assume tal postura acaba se tornando extremamente auto-suficiente e, conseqüentemente, infeliz. O coração que perde, nas pequenas coisas, a alegria da descoberta sobre si e sobre tudo o que o circunda, adquire uma postura de profunda monotonia e insatisfação em seus dias.
A humildade de se reconhecer em pedaços, ou seja, ainda não terminado, é essencial para que cresçamos e construamos uma vida sóbria e sem ilusões a nosso próprio respeito.
Aquele que considera que não tem nada a aprender com os outros e com a vida, torna-se arrogante e infantil, pois, fecha-se em “seu mundo” crendo nas falsas e irrevogáveis verdades criadas por si mesmo.
Quem passa a vida toda aprisionado a um falso sistema de crenças e verdades pessoais experienciará uma profunda solidão, pois nunca permitirá que outros adentrem em seu coração, que se encontra trancafiado em suas próprias razões.
A sabedoria escolheu a humildade como sua casa. E somente quando a alma se abaixa para descansar em tal morada, vislumbra o sabor do saber e pode se elevar portando o devido equilíbrio para contemplar cada situação.
A verdadeira sabedoria consiste na humildade de se enxergar como um “eterno aprendiz”, como alguém que não está pronto e reconhece que tem ainda muitas novidades a vislumbrar na jornada dos dias. Sabedoria não significa o acúmulo de conhecimentos, mas a sensibilidade para aprender as lições presentes em cada coisa que se vive.
Quem deseja aprender está sempre aberto e escuta a tudo e a todos. E se coloca atento diante de cada situação para delas absorver o conhecimento impresso em cada experiência.
Tudo e todos são capazes de nos ensinar algo, até mesmo nossos erros e fragilidades.
Quando reconhecemos que não somos os senhores absolutos diante dos outros e de nós mesmos, somos capazes de nutrir uma sóbria visão a respeito do que somos, entendendo assim que as nossas necessidades não são as únicas e as mais importantes.
Existem coisas sobre nós mesmos que ainda precisamos compreender e descobrir. Há situações em nosso cotidiano – perdas e acréscimos – que têm muito a nos ensinar e que desejam nos revelar novos caminhos a serem trilhados.
Estejamos sempre atentos e receptivos às coisas que nos são acrescentadas pela vida, para assim entendermos um pouco mais sobre aquilo que somos e sobre a missão que trazemos no peito.
“Aprender sempre, impor verdades próprias nunca”; dessa forma, caminharemos constantemente aliados à sabedoria e construiremos sólidas realizações em nossa história.
Adriano Zandoná
artigos@cancaonova.com